Inconsequência

Traí aquela que mais amava
Com minha tolice egoísta
Pensava que podia ter tudo
E agora o nada é a minha vista

Agora o vazio me engole
E a saudade dói no peito
Fui burro ao trair esse amor
E agora sinto o peso desse defeito

Como um louco, arrisquei tudo
E perdi o que mais importava
Agora só me resta o arrependimento
E a lembrança daquela que eu amava

A traição é um veneno mortal
Que corrói tudo que toca
E agora eu me vejo sozinho
Sem ela, sem rumo, sem rota

O amor é uma benção divina
Que tratei com imprudência e displicência
Agora só posso refletir e reconhecer
Minha fragilidade e incompetência

Publicado por Matile Facó

Matile Facó, 31 anos, nascida em Fortaleza, Ceará, é uma mulher multifacetada que transcende os limites da sua formação em Administração de Empresas. Como artista, ela encontra sua expressão nas palavras, nos desenhos e nos sonhos, criando um universo único e inspirador. Sua poesia sensível e honesta convida os leitores a explorarem as profundezas da existência humana, abordando temas como amor, saudade e busca interior.

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