
Sonhos, emaranhados na noite escura
Alimentam minha alma sedenta de aventura
Nas entrelinhas do sono, eles se revelam
Visões selvagens que o mundo desvelam
Em devaneios profundos me perco
Explorando mundos além do meramente terrestre
Sonhos, a chama que acende minha poesia
Despertando a rebeldia que em mim ardia
Deixo-me levar por essas fantasias
Onde a realidade encontra suas ousadias
Em cada sonho, sou livre de amarras
Rompendo fronteiras, criando asas
Nas asas dos sonhos, sou um pássaro em voo
Desbravando o céu, o infinito ao meu alcance
E mesmo quando a vida me traz desilusão
Nos sonhos encontro a força da criação
Então, durmo e sonho, mergulho no abismo
Onde tudo é possível, sem medo de pessimismo
Sonhos, a fagulha que acende minha paixão
A fonte inesgotável de minha inspiração
Matile Facó